Publicado por: sejaosol | Terça-feira, 29/Julho/2008

BATIZADO

Dia 20-07-08, foi batizado do meu filho caçula, na paróquia do Guarujá, litoral de São Paulo. Por “enes” motivos posterguei até os quatro anos de idade. O padre pediu para que os pais e padrinhos participassem da missa antes do batizado. Me surpreendi com o sermão dele. (Não sou católica praticante e quase nunca vou à missa).

Ele começou com a parábola do joio de do trigo:

-”Um agricultor verificou que em sua plantação havia nascido joio ao lado do trigo e seus empregados não sabiam o que fazer. Ele pensou e disse:

-Do tamanho em que está, correremos o risco de arrancar o trigo pensando ser joio. Deixemos eles crescerem, aí saberemos qual é o trigo e qual é o joio.” – respondeu o agricultor. Então o padre acrescentou:

-Conosco é a mesma coisa, dentro de cada um de nós tem o joio e o trigo – o lado bom e o lado ruim.

“Não existem pessoas só com o lado bom como não existem pessoas só com o lado ruim. Temos os dois. Desde que nascemos e conforme vamos crescendo é que se vê qual se destaca mais. Por isso a família é tão importante. Às vezes damos um passo errado na vida e a família é quem está lá para apoiar, para salvar.

Pais! Se seus filhos estiverem na lama, entrem lá se sujem com eles e os tragam de volta. Tragam para a superfície. Se envolvam com seus filhos! Salvem seus filhos! Diga que os ama! Que ele é muito importante para você!”

Numa época em que a vida parece valer quase nada. Em que fatos relacionados a tragédias familiares ocorrem com certa frequência acredito que o padre Marcos acertou no sermão.

Publicado por: sejaosol | Segunda-feira, 21/Julho/2008

POR QUÊ?

No Amor, as coisas não ocorrem como planejamos. No jogo do amor os dois tem que querer.
As pessoas, como seres pensantes reagem de formas diversas. Neste planeta tem muitas pessoas especiais aguardando uma chance para mostrar como pode amar.
É um festival de querer, de desejar, de amar. Um verdadeiro desafio para a mente sã.
Quantos homens e mulheres tomam decisões desmedidas, loucos de paixão.
O amor quando inebriaga chega a cegar, a perder a razão, o juízo.
Um homem quando ama pode abandonar a família, o reino, o emprego, o país. Pode se arrepender de tê-lo feito ou de não tê-lo feito. Viver uma grande paixão requer coragem, ousadia e um pouco de loucura.
Se fosse possível ouvir pensamentos nos arrepiaríamos com aqueles das caras mais singelas, que apresentam mais tímides e menos culpa.
Por que ficar se culpando se ele não se decide entre você e ela? Ame-se!
Por que ficar se culpando se seus pais não te compreendem? Aceite-os como são, eles estão aprendendo a serem pais como você a ser filha.
Por que ficar se culpando se seus filhos não colaboram, seu marido não colabora? Diálogo é fundamental, não desista dele.
Por que ficar se culpando se sua sogra não se dá com você? Aceite-a, você também será uma um dia. Não se esqueça que ele te escolheu entre tantas outras e isso tem importância.
Por que ficar se culpando se o curso que escolheu não está te realizando? Somos jovens e inexperientes para acertarmos todas.
Por que ficar se culpando se o que aconteceu poderia ter sido evitado? A vida corre por caminhos que muitas vezes desconhecemos e coisas ocorrem de uma forma ou de outra.
Por que ficar se culpando se não consegue dizer não? A culpa não ameniza a situação, só a deixa mais para baixo, então também, não diga sim. Use um recurso de recusa como: Adoraria, mas infelizmente….
Por que ficar se culpando se seu presente não é o que sonhou? Lute! Mude! Confie!

Publicado por: sejaosol | Sábado, 14/Junho/2008

AMIZADE

Mona procura a amiga, quer desabafar.
-Meu namorado não quer mais sair comigo! – confessa desanimada.
-Me disse que sair e ficar só de amassos e beijos é pouco pra ele.
-O que você respondeu?
-Que preciso de tempo, de carinho, de confiança. Não posso ir assim direto ao assunto. Não consigo. Não tem a ver comigo.
-A quanto tempo vocês estão juntos?
-Dois meses, disse que foi o máximo que esperou e que se for assim, não tem volta.
-Você sabe Mona que hoje está tudo assim.
-Não sei de nada, mas eu não posso fazer isso. Então ele me disse que não quer mais. – fala chorosa.
-Por que está chorando? Você não quer que vá além…
-Não disse que não quero, só preciso de tempo. Isso acontece com o tempo, não é assim… chega, pega e depois vai pra casa.
-O romantismo está em baixa Mona!
-Fanny não é questão de romantismo apenas, é de sensação. Preciso sentir que foi importante depois, senão imagina a sensação de vazio depois que você termina. Deve dar uma vontade de sumir dalí. Depois nem sabe se vai encontrar a pessoa novamente. Pra mim não dá!
Fanny sai do encontro amargando a consciência. A descrição do vazio, da vontade de sumir, já ocorrera com ela. Mas a carência e o tesão eram grandes. Depois disso desistiu, preferiu esperar, dar mais tempo.
“Quem sabe pinta um cara legal, uma amizade bacana e rola alguma coisa…” – pensa entrando em casa.
Põe uma música romântica e vai pro banho, lembra de seus antigos amores, de seus atuais encontros e nota como tudo corre, tudo se atropela.
“Parece que todo mundo quer namorar todo mundo, então se não correr não consegue namorar, namora-se pouco, mas com muitos. Antecipam a felicidade, estão sempre com pressa. Coisa de doido.” – Fanny conclui enquanto deixa a agua escorrer pelo corpo.
Mona continua triste e sem saber o que fazer. Procura esquecer, mas o que deveria esquecer é o que mais lembra. Seu pensamento viaja mais rápido que a razão. Então o telefone toca.
-Mona? É a Fanny!
-Oi! – fala em tom de desanimo, não era quem esperava.
-Estou ligando para dizer que pode contar comigo e que se quiser conversar e se distrair a gente pode sair.
Ela suspira com a generosidade da amiga. Sem que Fanny perceba ela chora por se sentir importante para alguém.

Publicado por: sejaosol | Quinta-feira, 5/Junho/2008

A FORÇA DA ORAÇÃO

Estava passando por um período de estresse emocional muito grande. Daqueles que você não pensa em nada a não ser no problema, no dilema e onde parece que nada funciona e nem sai do lugar.

Até que cansei desse sentimento que me deixava de baixa estima e orei. Acordei e antes de por os pés no chão pedi à Deus que me clareasse a mente para resolver as questões pendentes e me ajudasse a controlar as emoções, pois sou geniosa.

Durante o dia tudo correu normalmente, a tarde resolvi finalmente um problema pendente há semanas e voltando para casa, ao virar num cruzamento o sol brilhou no meu vidro dificultando um pouco a visão, olhei para os lados antes de virar e apontei o carro para a direita. Havia uma ciclista atravessando na minha frente. Eu não a vi, freei rapidamente e ela desviou mais rapidamente ainda da frente do meu carro. Fiquei pensando: Onde ela estava que não a vi? O que teria acontecido se ela não tivesse desviado e eu não tivesse freado?

Imediatamente lembrei que havia orado antes de levantar. Minha primeira reação foi dizer: Graças à Deus eu não a atropelei.

Foi por um triz, um triz inexplicavel onde tudo deu certo pois sequer cheguei a tocá-la. Passei o resto do dia com a sensação de ter sido abençoada.

Publicado por: sejaosol | Segunda-feira, 26/Maio/2008

A VIDA MUDA OS VALORES

Os fatos que ocorreram na vida daquela mulher, a influência da mãe, a intolerância do pai, a incompreensão dos ex-amores, o tempo batendo à porta fazendo a idade entrar, sorrateiramente moldaram a maturidade.

Deixará de ser uma menina, deixará de ser uma garotinha, será uma mulher. Ainda que restem traços de inocência. Ainda que não tenha certeza se quer conhecer o “prazer”.

Ela, que até poucos minutos ria de tudo, agora está séria, calada. Questionada, diz sentir melancolia. Sem saber qual razão, fecha-se em sí. Vai embora. Tenta se reencontrar, procura sua paz, seu valor, um amor. Na carência empresta a meiguice da menina.

Ela olha para o lado e vê um casal. Ele acaricia seus cabelos, algumas vezes segura suas mãos e não olha para nenhuma outra. Ela gostaria de trocar de lugar.

Olha para o outro lado e vê muitas pessoas sós. Não se cumprimentam, mal se olham. São todos estranhos. Todos sós. Um desfile de solidão.

Por que somos assim? Ela se pergunta. Por que não nos sentimos a vontade para falar com todo mundo? Por que algumas vezes desabafamos com um estranho, mas não nos sentimos a vontade para fazê-lo com a mãe, a irmã? Ou uma amiga?

A maturidade às vezes dói. Muitas vezes trás consigo a verdade, a cobrança, a revolta, o remorso.

O que antes era bom, amanhã pode não sê-lo.

O que antes era simplesmente feio, amanhã pode tornar-se charmoso.

A vida, certamente, muda os valores remoldados pela maturidade, nos faz crescer. O amor muda a vida, muda o humor. Uns amam demais, outros amam de menos. O amor torna a vida intensa.

Ela sente-se mais forte quando ama.

Publicado por: sejaosol | Segunda-feira, 12/Maio/2008

MÃE

Quando me casei, estava determinada a não ser mãe.
Os motivos eram diversos: Não me sentia preparada, não achava que amaria o suficiente, não me sentia capaz de cuidar de um outro ser, não tinha como mantê-lo.
Aos trinta e dois anos comecei a pensar sobre a maternidade e a questionar se queria passar minha vida sozinha com o meu marido. Já tinhamos nove anos de casados.
A idade pesou, afinal já não era nenhum “broto” para o primeiro filho.
Fui amadurecendo a idéia, enquanto minha irmã e minha cunhada iam tendo os seus e eu ia acompanhando a gravidez, o nascimento, as visitas ao pediatra até que a minha resistência foi diminuindo.
Me emocionava com o simples ato de amamentar o bebê. Achava maravilhoso o sorriso do reconhecimento do bebê ao ver a mãe. Fui nocauteada.
Após um breve diálogo com meu marido, resolvemos que teríamos pelo menos um bebê.
Durante nove anos escolhi não ter um filho, depois de sete meses, tentando sem sucesso, descobri que não era tão fácil tê-lo como havia pensado. Agora era a natureza que não queria me dar.
Comecei a pensar em alternativas de tratamento, mas não foi necessário. Enfim engravidei naturalmente. Então, em vez de ficar feliz, fiquei confusa. Afinal era isso mesmo que eu queria? Tinha certeza disso? Ih! – pensei – agora não dá mais para voltar atrás.
Sentia um misto de alegria e medo. Da violência, de doenças, medo da hora do parto, medo da dor do parto, medo de não ser boa mãe, medo de não amar como todos descreviam.
Li muito para aprender a cuidar direito, dei apenas leite materno até os seis meses e descobri que ser mãe é difícil “a beça”.
Quando nasce o filho, nasce também uma mãe e um pai e todos vão crescendo juntos.
Todos os dias eu cresço um pouco como mãe, aprendo com meu filho e com os erros que as vezes eu e meu marido cometemos.
Não vale só a boa intenção, tem que estar presente e o pai faz muita diferença também.

Publicado por: sejaosol | Segunda-feira, 5/Maio/2008

DIVAGANDO

-Mona, você ama?
-Não sei, Joana. Não sei!! Pergunta difícil. Não tenho certeza do que é o amor.
-Dizem que quando a gente ama, o coração quer explodir ao ver aquela pessoa especial. Meu coração explodiu algumas vezes por diversas pessoas, mas passou tão rápido quanto veio. Acho que não era amor. Amor não demora a passar?
-Você já amou? – Joana insiste.
-Também não sei! E você Joana, você já amou?
-Eu? Bem…, se for para dizer que senti o coração batendo a mil e suar frio…não!
-Então que outra maneira você amou Joana?
-Eu…não sei se é amor ao sentir prazer em cuidar… em desejar a permanência dele ao seu lado, além do final de semana… em fazer uma coisa e pensar nele, fazer outra e pensar nele… em ouvir uma música e lembrar dele, em ver uma pessoa e lembrar de um detalhe dele.
Sei lá… isso deve ser amor.
-Sabe Joana… tenho dúvidas sobre o amor. Não sei se gostaria de viver longos anos com a mesma pessoa. Deve ser monótono, chato mesmo. Imagina com tantos homens por aí e você não poder tocar… beijar.
-Mas Mona, quando a gente gosta muito, de verdade, a gente nem enxerga os outros homens.
-Joana!
-Hum!
-Você já sentiu isso por alguém?
-Senti!
-Acho que você amou. Se isso não for amor, certamente desconheço o amor… e eu nunca amei.

Publicado por: sejaosol | Segunda-feira, 14/Abril/2008

DIA DIFÍCIL III

Tem dias em que o melhor é voltar para a cama;
Tem dias em que tudo dá errado – só bola fora;
Tem dias em que se pisa em merda na calçada – tem gente que não recolhe o cocô do seu cachorro;
Tem dias em que o contador te cobra o imposto errado – a mais, lógico;
Tem dias em que o seu filho esquece o livro na escola e não pode fazer a lição – se for a escola andará oito kms, fora o tempo gasto;
Tem dias em que seu aparelho de cozinha (muito utilizado) dá pau e a assistência técnica demora dois meses para lhe dizer que a peça que quebrou ainda não veio – é importado;
Tem dias em que aquela dor de cabeça não te larga o dia inteiro;
Tem dias em que seu saldo não está ajudando – bancário;
Tem dias em que só dando uns tapas no gurí – precisa de limites;
Tem dias em que até sua impressora volta a dar pau – e não por voltagem errada;
Tem dias em que falta energia elétrica e tem que subir até o oitavo andar a pé – dureza;
Tem dias em que se procura lugar para estacionar e simplesmente não encontra – mesmo depois de quatro voltas rodando;
Tem dias em que não se entende como a despesa do condomínio não abaixa – economizar água seria um bom começo;
Tem dias em que…é melhor voltar para a cama!

Publicado por: sejaosol | Terça-feira, 1/Abril/2008

AMOR

O amor esquece de avisar quando vai chegar. Parece que faz de propósito.
Espera uma distração, uma pausa do coração desavisado, mesmo que a pessoa esteja compromissado (com outro).
Não quer despertar nem chamar a atenção. Vem disfarçado, de amigo, de colega de trabalho, de conhecido de todos os dias. Ele entra sorrateiramente no peito.
A gente não o reconhece. Até que esteja totalmente perdido.
Por que não consigo parar de pensar naquela pessoa? Você se pergunta.
Você está trabalhando e ela vem em sua mente, você vai dormir e novamente o pensamento vem.
A comida fica sem sabor, sua fome oscila, seu sono oscila, sua auto estima oscila, você só quer pensar, pensar naquela pessoa, naquele sorriso, naqueles cabelos, naqueles braços, naquele olhar…
Você não sabe, mas o amor está chegando, penetrando na alma.
O amor chega a doer, a incomodar, tem vontade de ficar colado na pele da outra.
Você se pergunta como isso aconteceu com você. Justo você que sempre se julgou esperto, e dizia que jamais se envolveria com uma pessoa compromissada (com outra pessoa).
Justo você que dizia que jamais se envolveria com uma pessoa muito mais velha, ou muito mais jovem.
Justo você que dizia que jamais se envolveria com uma pessoa com filhos (que não fossem seus).
Justo você que dizia que jamais se envolveria com um subordinado seu.
Justo você que dizia que jamais se envolveria com um tatuado.
Porque o amor não tem preconceitos, não tem limites, não tem idade. Tem vontade e força.
O amor não manda recados, vem pessoalmente, arrasta tudo pela frente. Um verdadeiro Tsunami.
O amor dá forças para enfrentar a mãe, o pai, as emoções, os desafios do dia-a-dia.
O amor completa as alegrias, as emoções, as vidas.
Ah! O amor!!!!!!!

Publicado por: sejaosol | Segunda-feira, 24/Março/2008

ESCOLHAS

Quando se é jovem, fazemos escolhas muitas vezes gritando certeza e respirando razão.
Quando amadurecemos um pouco mais, com ou sem rugas, com ou sem idade avançada e olhamos para trás nem sempre gostamos do que vemos, do que fizemos e do que escolhemos.
O que somos hoje é resultado da escolha do ontem e o que seremos amanhã é resultado da escolha do hoje.
Ninguém escolhe sofrer, ninguém escolhe o caminho do poço, mas fazemos escolhas que podem levar a alegria ou ao sofrimento.
Em alguns casos basta uma pessoa experiente olhar a situação para “enxergar” aonde a escolha levará em alguns anos, mas quem dá ouvidos?
Cada um quer escolher o seu caminho. E ainda gesticula batendo no peito:
-Comigo vai ser diferente!
Tem gente que passa a vida fazendo escolhas erradas. Tudo a atropela, anda em círculos e não enxerga a porta, está sempre acertando o buraco.
Tem gente que escolhe o que outros gostariam que ela escolhesse e passa a vida infeliz e frustrada por não estar vivendo sua vida, sua escolha.
Tem gente que escolhe o oposto dos outros só para ferir ou por questões de honra e também passa a vida infeliz e frustrada por não estar vivendo sua vida, mas é sua escolha.
Tem gente que não escolhe nada, ainda assim é uma escolha e passa a vida como o rio Tietê, tudo passa por ele, e vai levando…
Tem gente que luta pelas escolhas, mas sem o apoio necessário não vinga e passa a vida infeliz e frustrada por não abraçar suas escolhas.
Tem escolhas de pessoas que interferem em nossas escolhas e então passamos a sentir conseqüências boas ou ruins dessas escolhas.
Tem gente que escolhe “experimentar”: drogas, cigarros, bebidas, paixão proibida com alguém de alguém, sem levar em conta as conseqüências e depois se pergunta de onde surgiu o buraco, o que fez de errado…
Nem todos os buracos tem cama elástica.
“Experimentar” pode ser um caminho com passagem para o abismo.
Tem gente que escolhe viver comodamente, mas que passa a vida torcendo para se
apaixonar loucamente, viver ardentemente uma paixão.
Tem pessoas que acreditam que seu tempo acabou e que as escolhas são para os mais jovens.
Tem jovens que acreditam que seu tempo ainda não chegou e que as escolhas são para os mais velhos.
Tem pessoas que escolhem e são acolhidas, aumentando as chances de sucesso, essas abraçam suas escolhas e vivem realizadas.
Tem pessoas que escolhem ajudar e tem pessoas que escolhem viver de ajuda.
Escolhas são como escada rolante muuuuuiiiiito loooooonga, mesmo que você nada faça, ela segue.

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